Mesmo suja de lama o ciúme não mudou, nenhum homem poderia tocar em sua mulher então o mesmo depois de levar por todo o percurso mesmo ficando exausto. Assim que desceu do carro e carregou Moly não deixou de se sentir envergonhado da condição que estava e como quase morreu de forma patética, quando finalmente entrou nos limites da sua mansão e parou em frente a porta. — O que está esperando? — perguntou Molly confusa, enquanto sentia a respiração do marido pesar e sua hesitação. — Se alguém achar graça disso, eu vou ficar muito aborrecido — Asseverou abrindo a porta. — Fabrízio! Você está bem? — perguntou Liziane preocupada indo em direção aos dois. — estamos… bom, eu estou bem, só cansado demais, Moly que está com o pé machucado — respondeu desconfortável, porém não deixava transpare

