O pai de Rodolfo tinha um Chevrolet Opala SS, um daqueles lançados lá em 68,que passou do avô para o pai e ele até esperava um dia ser dele, era um relíquia na família, era preto, era um carro baseado no Opel Rekord, pegar aquele carro era quase um milagre, Rodolfo só havia pegado ele duas vez, uma pra ir até o mercado e a outra pra ir até Manuella, talvez o pai pudesse ficar bravo, mas ele não tinha opção, até tinha os outros três carros na garagem, um melhor que o outro, mas foi aquele que fez os olhos dele brilhar, além disso, era um clássico, para uma situação que nem ele esperava desenvolver naquele momento, naquelas horas da noite. O pai iria ficar bravo e listar a cartilha de o que fazer ou o que não fazer com o carro? Provavelmente, mas amanhã era um novo dia. O importante para e

