Depois que o carro da Marcela desapareceu, Gabriel voltou para sua sala quase saltitando, só não fez isso porque ele tinha que manter sua postura, mas jamais se sentiu tão bem em toda sua vida. Chamou seu soldado, que estava ao lado da porta. — Ei, passarinho! — Sim, este era o vulgo do homem, cujo nome era Ivan. O chamava de passarinho porque ele é ágil, "voa" do local do crime e é difícil de capturar. — Tá ligado a sala de matemática dos moleques? — O homem acenou a cabeça concordando — Quero que tu, cole lá com outro e levem a mesa pra minha casa, tendeu? — Alguém tão possessïvo como ele jamais deixaria um objeto com tamanha importância para outros. — Tendi sim senhor. — Gabriel deu uns tapinhas no ombro dele, depois de dois passos virou-se para ele novamente. — Ah, tu fez um bom tra

