Capítulo 62

1077 Palavras

• Marina • As lágrimas escorriam por meu rosto, enquanto os braços de Janaína estavam em volta de mim. Era tão bom sentir o abraço apertado dela novamente. Por mais que todos os domingos eu sentia seu abraço, agora era completamente diferente. Agora eu estava fora daquele pátio cheio de outras presas. Agora eu estava livre. Janaína: Eu não tô acreditando nisso ainda, Marina. - ela disse baixinho. - Senti tanta a sua falta, velho... Marina: Eu também, amiga. Eu também. Tínhamos nos visto fazia nem uma semana, mas como eu já disse: agora era tudo diferente. Seria tudo diferente daqui pra frente. Depois de ficarmos minutos ali juntas, apenas sentindo o abraço uma da outra, entramos no carro dela e fomos em direção a favela. Meu coração batia fortemente dentro do peito por saber que d

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