Danna Acordei na manhã seguinte sentindo um peso por todo o meu corpo, além de um calafrio inexplicável. Me cobri mais com o cobertor e encolhi minhas pernas o máximo que pude tentando me aquecer. Sei que havia acabado de acordar, mas o meu corpo pedia pra que eu entrasse novamente em sono profundo, como se eu não descansasse há dias e carregasse um peso em minha cabeça, que ameaçava começar a doer. — Danna? — ouvi Mayla bater em minha porta. — Entre. — falei com a voz falha. — Ainda está deitada? — ela já vestia seu uniforme. — Meu Deus, você tá pálida! — ela se aproximou e colocou a mão sobre a minha testa com o intuito de sentir a minha temperatura. — E queimando em febre! — falou preocupada. — Tá sentindo alguma coisa? — Só cansaço e muito frio. — falar também custava porque m

