Capitulo94

1004 Palavras

Kill Era por volta de duas da manhã, e o baile no Gardênia Azul tava pegando fogo. À luz dos refletores improvisados, a quadra onde a gente faz nossas festas parecia um mar de gente se espremendo pra dançar, suar, beber e esquecer dos problemas. Eu, Kill, tava parado num canto estratégico, de braços cruzados, mantendo a mão bem perto da pistola que carrego na cintura. Não é por nada: se algum mané resolvesse se aparecer, eu resolvia ali mesmo, sem cerimônia. Faz tempo que eu não promovia um baile desse porte. Depois de tanto perrengue, prejuízo, e gente falando merda, quis mostrar que ainda tô no comando aqui na Gardênia. Contratei DJ, arrumei caixas de som potentes, chamei uns barraqueiros pra vender cerveja e espetinho, e botei um valor simbólico na entrada só pra filtrar quem chega. C

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