A casa parecia estranhamente vazia quando eles entraram. Silenciosa demais para aquele horário, sem brinquedos espalhados, sem vozes atravessando os cômodos. Só o eco dos próprios passos e a luz da manhã entrando pelas janelas. Sophie largou a bolsa na bancada da cozinha e olhou em volta. — A gente não devia nem ter subido. — disse. — Era pra estar abrindo o consultório agora. Nicholas fechou a porta com o pé e soltou um suspiro teatral. — Eu sei... — respondeu. — Mas eu esqueci o jaleco no quarto. Sophie virou o rosto devagar, estreitando os olhos. — Não esqueceu, não. — Esqueci sim. — Nicholas... — ela cruzou os braços. — Eu vi você colocar o jaleco no carro. Ele abriu um sorriso descarado. — Tem certeza? — Absoluta. — Eu duvido muito. — respondeu, já andando em direção ao c

