Andréia Desci para a cozinha, mas só comecei a me mover de verdade quando a Tati chegou — o que não demorou muito. Como era comida de graça, parecia que tinha vindo voando, de tão rápido que apareceu. Meu pai e aquela mulher estavam na sala, então fomos direto para a cozinha preparar algo. — Não senta aí, era onde eles estavam se agarrando — falei alto, de propósito, para que ouvissem. — Eca, que nojo. A Tati pegou álcool em gel e uma flanela e começou a limpar tudo: o balcão, a mesa, as cadeiras. Depois olhou para mim e deu de ombros. — Só por garantia — concluiu. Coloquei comida no prato e levei ao micro-ondas. — E aí, está triste por não ir ao hotel fazenda pular carnaval? — perguntei. — Sinceramente? Aquele lugar sem você não teria graça nenhuma. — Poxa, valeu. Obrigada pela c

