DEVENDO AO PESADELO, [03/07/2023 00:12]
Capítulo 31
Marielle narrando
Eu tinha pegado no sono tão profunda e sinceramente pelo menos a cama desse demônio era confortável e gostosa bem diferente da minha, eu acordo e vejo a hora e vejo que era 9h da manhã, tinha perdiod o horário de mandar a Isa e provavelmente ela deve ter acordado e está completamente assustada, eu me levanto dando um pulo da cama e vou em direção ao seu quarto e vejo que ela não está.
— Isabela? – eu pergunto – Isabela onde você está? – eu meio que entro em pânico e desço as escadas e encontro a mesma deitada no sofá tomando mamadeira.
— Mana – ela fala sorrindo – você acordou.
— Quem fez isso para você? – eu pergunto
— O homem alto, barbudo e tatuado – ela fala
— Onde ele está?
— Na cozinha.
Eu vou em direção a cozinha que nem um furacão e encontro Pesadelo tomando café sentado na mesa e mexendo no seu celular, com o rádio sobre a mesa na sua frente, ele erguer o seu olhar para mim e eu o encaro.
— Bom dia – eu falo e ele me encara
— Bom dia – a sua voz sai rouca e firme.
— Você fez a mamadeira dela?
— Taquei leite dentro – ele fala – ela disse que é isso que ela toma.
— Ela não chorou?
— Não – ele fala – saiu do quarto quando eu sai.
— E não perguntou sobre mim?
— Não – ele responde eu estreito os olhos.
— Duvido – eu respondo
— Problema seu.
Eu vou até a cafeteira e pego uma xícara colocando embaixo e me servindo café, eu me sento na mesa e pego o açucareiro jogando 6 colheres.
— VocÊ vai morrer com diabete – ele fala e eu o encaro
— Agora você vai controlar o quanto de açúcar eu coloco? – eu pergunto e ele me encara.
— Isso é uma água preta adoçada – ele responde.
— De amargo já tem você na minha vida. – eu suspiro e ele leva a xícara de café dele até a boca , eu tinha nojo desse homem e morro de medo de ter ele perto da minha irmã.
Eu termino meu café e me levanto, lavo a xícara e vou até o sofá, me sento ao lado da Isa, e olho para Cozinha vendo ele sentado, então começo a fazer perguntas baixas para ela.
— Ele fez alguma coisa com você? – eu pergunto para ela e ela n**a – ele encostou em você?
— Não mana – ela fala – ele só trouxe minha coberta e meu travesseiro que eu pedi,
— Ele encostou aqui no seu corpinho?
— Não – ela fala
— Tem certeza? – eu pergunto
— Tenho , eu pedi mama, peguei na mochila e entregueri para ele – ela fala sorrindo e ai ele me entregou
— Vocêm tem certeza?
— Eu jamais abusaria de uma criança – a voz dele surge na sala e eu encaro ele com os olhos arregalados.
— Eu não sei o que esperar de você, ela é minha irmã e só quero proteger ela.
— Deveria ter protegido ela da sua mãe – ele fala – ou será que você sabe o que a sua mãe fazia com ela quando você a deixava?
— Você não sabe o que está falando – eu falo.
— Vou para boca, evita sair na rua – ele fala.
— Eu preciso de uma casa – eu respondo
— Eu já disse que agora aqui é a sua casa – ele fala – não queira me ver perdendo a paciência com você Marielle, estou numa boa com você.
Ele pega a sua arma dentro de uma gaveta onde tinha a sua digital e sai, eu olho para Isa que continua tomando a sua mamadeira e olhando televisão.
DEVENDO AO PESADELO, [04/07/2023 00:03]
Capítulo 32
Marielle narrando
Eu tinha terminado a janta e Isa já tinha dormido, ela estava tão cansada de brincar e queria dormir na nova cama confortável dela, eu tinha feito bife acebolado , um arroz fresquinho e um feijão novo do jeito que ela gosta, mas ela b
Eu olho para porta vendo Pesadelo entrar, ele como sempre com sua cara de poucos amigos e sempre parecendo nervoso ou irritado.
— Boa noite – ele fala
— Boa noite – eu respondi – você quer jantar?
— Sim – ele responde
— Ótimo, eu preparei a janta. – ele se senta na mesa e eu coloco os pratos e a panela.
O jantar é silencioso e a gente não fala nada, faz dois dias que eu estou aqui na sua casa e eu evitei sair porque confesso que fiquei morrendo de medo de algo acontecer já que ele disse que alguém colocou fogo na minha casa, ele m*l tinha parado em casa nesses últimos dois dias e hoje por milagre ele veio jantar.
— Mandei procurar sua mãe – ele fala
— Você a encontrou? – eu pergunto rapidamente
— Não, nem sinal dela. Você sabe para onde ela pode ter ido?
— Angra? – eu questiono
— Não está lá, nem apareceu – ele fala
— Então eu não sei.
— Sua mãe evaporou – ele fala – não tem sinal em aeroporto e nem mesmo rodoviária, hospitais, delegacia ou hotéis.
— Eu não sei para onde ela pode ter ido.
— Ela deve ter família – ele fala
— Ela nunca comentou nada sobre a família dela.
— Bom – ele fala comendo e me encara – ela fugiu, deixando vocês duas.
Eu o encar3o e respiro fundo e continuo comendo, ele para de comer e se levanta saidno da cozinha, eu organizo ela e depois subo, entro no quarto encontro ele na sacada fumando, eu não falo nada, apenas tomo um banho e coloco um pijama de manga comprida, o ar estava ligado e eu sentia muito frio, eu saio do quarto e vou até o quarto da Isa tampo ela e deixo o ar condicionado em uma temperatura agradável para ela, dou um beijo em sua testa e sorrio para ela.
— Prometo que vou sempre te proteger – eu respiro fundo e solto a respiração.
Eu volto para o quarto e ele continua na sacada, eu me deito na cama e pego meu celular, tinha algumas mensagens desesperadas da Heloisa e eu encaro elas e ligo.
— Eu não posso falar agora – ela fala – minha mãe chegou de viagem, mas ela está maluca.
— O que aconteceu?
— Ela quer me levar embora – ela fala
— Como?
— Ela quer ir embora daqui – ela fala nervosa
— Quando?
— Ela disse que em 15 dias.
— Sua mãe está louca?
— Completament e- Helo fala – eu mandei mensagem para Martin e ele disse que não vai me deixar ir, eu não sei o que fazer.
— Eu não sei o que te dizer.
— Eu to ferrada – heloisa fala – estou ferrada. – Pesadelo entra no quarto.
— Calma, amanhã conversamos.
— Sim – ela fala
— Eu vou ai.
— Eu te espero.
— Fica calma – eu respondo
— Boa noite – ela fala com a voz chorona.
A mãe de Heloisa era uma bruxa não queria aceitar o relacionamento dela com Martin de gava ser a coisa mais i*****l do mundo.
— Você vai onde? – eu pergunto vendo ele indo em direção a porta.
— Para boca é meu truno hoje – ele fala
— Ok.
— Boa noite – ele fala
— Boa noite.
Ele sai do quarto e eu simplesmente agradeço mentalmente por isso, faz mais de uma semana que ele nem sequer encosta em mim e isso era a melhor coisa que poderia acontecer.