P.O.V Leah
Abri meus olhos lentamente, mas os fechei por causa da luz em meu rosto, começando a me acostumar a claridade do lugar.
Que droga, me esqueci de fechar a janela de novo...
Não, espera. Olhei ao redor, eu não estava com a S/n?....A S/N!
Pulei da cama e fui olhar no banheiro se ela estava lá, nada. Fui em direção a pia, para me olhar no espelho, e vi grandes marcas em meu pescoço.
Mordo meus lábios só de relembrar o que havia acontecido, foi tão bom...
Foco, eu preciso de foco para achar minha anjinha!
Saio do banheiro após ter feito minhas higienes e observo o meu quarto, encontrando uma bandeja com comida em cima do cômodo ao lado de minha cama.
–Parece bom, se você não querer, eu quero.–Seth diz, sorrindo e quase enchendo meu quarto de baba ao saborear a comida com os olhos.
Guloso!
–Onde está S/n?–O observo, curiosa, sentando na cama e pegando a bandeja, colocando-a em meu colo.
Começo a comer a deliciosa comida da bandeja, olhando para minha janela e observando o dia quente que estava.
O dia está tão lindo hoje! Faz tempo que eu não me sinto tão bem...
–Ela acabou de ir embora!–Respondeu-me, dando de ombros, sem se importar muito.
–Ah, 'tá...O QUE?–Cuspo o suco de laranja que tomava assim que raciocino e me viro para ele, incrédula.
Isso não está acontecendo!
–Mamãe e ela ficaram conversando a manhã inteira, pelo visto a noite foi boa, hein!–Seu sorriso malicioso me fazia ter uma grande vontade de dar-lhe um tapão.
–Deixa de ser curioso, garoto!–Jogo um travesseiro nele, que fecha a porta e sai rindo.
Faço um movimento brusco e minha mão bate na cômoda ao lado, solto um pequeno gritinho de dor, mexendo-a para aliviar um pouco da dor causada.
–Ai.–Resmungo e olho para minha mão, havia um anel bem bonito nela. Ele era de prata, com uma pedrinha azul de tamanho médio e algumas pedrinhas coloridas ao redor.–Que lindo!–Murmurei, suspirando.
Será que foi ela que me deu?
Talvez para oficializar o nosso namoro, adorei!
Ontem ela cuidou tão bem de mim, como se eu fosse de porcelana, foi mágico!
Termino de comer e vou tomar um banho, hoje irei a casa de Emily. Eu a perdoarei, não quero mais guardar rancor e ficar nessa vida sem cor e alegria, pois foi certa garota anjinho que me fez mudar de ideia...
Que comece uma nova vida, que ela seja incrívelmente feliz ao lado de minha amada S/n.
P.O.V S/N
Estava voltando para a casa dos Cullen's, transformada em uma pequena raposa, quando parei para pensar um pouco em frente a uma divisória d'água.
Acabei de perceber que estou aqui a exatamente 2 dias e não tenho um lugar para ficar, e seria ridículo ficar por tanto tempo na casa dos Cullen's.
Eu preciso de uma casa, vou começar a criar uma perto da casa dos Cullen's e da Reserva...Ou se não, comprar uma!
Sorri animadamente ao ver uma mansão, bem a minha frente, com uma placa escrito "A venda".
Hoje é meu dia de sorte!
Voltei ao meu corpo humano e fui conversar com o dono, estou tão feliz, finalmente terei um lar para chamar de meu, quer dizer...chamar de nosso!
(...)
Cheguei a casa dos Cullen's, tentando conter minha animação para não estragar a surpresa.
–Oi, gente.–Falei, entrando sorridente, mas o sorriso sumiu ao ver que todos estavam reunidos e sérios.
Jane parecia tentar esconder sua tristeza, contudo notei e me aproximei dela, demonstrando minha preocupação.
–Aconteceu algo, meu amor?–Segurei em suas mãos e uma estava com o anel que dei para ela e as garotas.
O dela era de prata e tinha uma pedra roxa nele, ao seu redor tinha pedrinhas coloridas, já o de Rosalie e de Leah, só mudava a cor da pedra grande, que eram de cor amarela e azul, suas favoritas.
A pedra grande, representava a cor que meus olhos ficaram quando as vi pela primeira vez e também as cores favoritas delas, as pedras pequenininhas que eram coloridas representam nossos sentimentos, seja a alegria e a tristeza, a paixão e a sinceridade, e o amor que nos envolve.
–Estou indo embora.–Ela sussurra, sua voz dedurando sua tristeza.
–Como assim?–Pergunto, afoita, me virando para um dos Reis Volturi.–Aro?–Olhei para ele, ninguém vai tirar ela de mim, só por cima do meu cadáver...
–Nós vamos voltar para nosso castelo, S/n...–Marcus responde por Aro, que acena com a cabeça, concordando.
–Mas, como vai ficar Jane e eu?–Perguntei, ficando nervosa.
–Ela ficará conosco até vocês terem onde ficar e se casarem.–Me respondeu.–Você pode ir visitar ela se quiser.–Aro completou, sorrindo gentil.
AHA! Ganhei nessa de novo, que sorte!
–Então, ela vai ir e fazer suas malas para vir morar comigo!–Não havia alegria maior que a minha, finalmente a vida estava me dando coisas boas.
Por essa, nem o futuro esperava!
–Como assim?–Nessie indaga, olhando-me curiosa.
Peguei a chave do meu bolso e a mexi no ar, abrindo um sorriso enorme, estava realizando meus sonhos, que incrível!
–É isso mesmo que estou pensando?–Jane diz, eufórica, seus olhos brilhavam em expectativa, concordo com a cabeça, alargando seu sorriso.
Sinto me abraçarem por trás, era Rosalie, podia reconhecer seu cheiro natural e intenso.
–Com que dinheiro você comprou?–Minha vampirinha de olhos amarelos perguntou, confusa e desconfiada.
–Um mágico nunca revela seus segredos.–Falei e a puxei para lhe dar um beijo, tomando seus lábios para mim e suspirando ao sentir seus lábios.
–Eca, titia.–Nessie fala, fechando seus olhos com as mãos e todos riem de seu ato.
–Que foi? Você também vai fazer isso um dia!–Falei, sorrindo para ela.
Sua careta é tão fofinha!
–Deus me livre!–Ela grita, negando rapidamente com a cabeça, avermelhada.
–É isso aí, filha, não é para fazer isso com ninguém.–Edward avisa e me manda um olhar mortal.
Mi-mi-mi-mi-mi-mi-mi-mi seboso!
–Deixe ela, Edward.–Bella reclama, cruzando os braços, observando tudo com calma.
Vai começar os Casos de família ao vivo, gente!
–Senti saudades, anjinho...–Jane murmura, me abraçando logo depois e escondendo seu rosto em meu pescoço, cheirando ele.
–Também, ômega...–Sussurrei, trazendo seu rosto para perto do meu e beijando sua testa.
–Hum-Hum.–Alec nos interrompe, com ciúmes.–Eu queria conversar com você, dona S/n.
Aponto para mim, perguntando se era comigo mesmo, fingindo demência, e ele acena em sim, me fazendo dar uma leve trancada naquele lugar, engolindo seco...
–Está bem.–Sigo ele até a floresta e assim que estamos longe da casa, ele começa a falar, jogando tudo para cima de mim, enciumado.
–Vi o estrago que você fez no pescoço da minha irmã, sua safada!–Aponta o dedo para minha cara.
–EU? Eu não, quem foi que disse? Fale que vou atrás dele é agora!–Falei, sorrindo nervosa.
Deus, olha o que eu 'tô passando!
–Você não me engana, sua tarada!–Grita, zombando da minha linda e maravilhosa pessoa.
–Deixe de ser mentiroso, não fui eu não, confia...–Minha ironia bateu em sua porta.
–É mesmo, é?–Perguntou, desconfiado.–E ontem quando vocês desceram juntas até a sala, minha irmã estava de cabelo solto e nervosa, ainda mais porquê Alice havia descido correndo, parecendo envergonhada.
Essa daí já não tem como mentir mais, plano B: fazer a egípcia!
–É mesmo, é? Nem percebi, você acredita?–Eu deveria ganhar um Oscar, por meu sarcasmo ser tão grande.–Está bem...desisto, fui eu mesmo e se quiser, faço mais.–O sorriso ladino que dei, fez ele explodir de raiva.
Seu olhar era raivoso, mas ele permanecia parado, mesmo me olhando como se quisesse me matar.
Coitadinho, vai ter que me aturar!
–Por que tenho que aturar você?–Ele pergunta, cansado, suspirando.
–Não sei, pergunta lá no posto Ipiranga.–Não demorei a correr, rindo.
–Volta aqui, sua Gretchen!–Começa a correr, mas ele não é pário para a minha astúcia.
–Corre, é o demônio!–Falei, passando na frente da casa dos Cullen's, rindo.
–Que eu saiba, o demônio aqui é você, sua santa do p*u oco!–Ele grita, atrás de mim e escuto risadas, muitas risadas.
–Meu p*u não é oco, não!
Mais a frente, vejo Leah vindo em minha direção, isso vai dar uma grande merda, senão parar antes.
Olhei para trás de mim e Alec estava chegando perto, sorri com meu plano.
–Você não contava com minha astúcia, soldado.–Sussurrei, sorrindo provocante para ele.
Quando cheguei perto da lobinha, abri minhas asas e voei com Leah em meus braços, ela estava paralisada.
–Eu ainda vou te pegar, S/n!–Ele grita de lá de baixo e dou risada da cara dele.
Parando de rir, olhei nos olhos de Leah, observando seus cabelos voarem e seu sorriso carinhoso para mim, suspiro enquanto bato minhas asas, sentindo o vento em meu rosto.
–Gostaria de um passeio pelas nuvens, Madame?–Perguntei, a beijando na bochecha, ela estava corada, muito corada.
Ela acena em concordância e eu vôo para além das nuvens, passando por elas e sentindo a frieza, segurando sua cintura com mais firmeza.
–É tão lindo...–Ela parecia maravilhada com a vista, aliás, o sol estava se pondo e isso fazia um contraste na cor das nuvens, as deixando rosadas e amareladas.
–Quer tocar?–Me direcionei a ela, apontando para as nuvens.
Observei sua cabeça mexer em concordância e desci um pouco, esperando que tocasse as nuvens fofinhas, ela estendeu seus braços pequenos para tocar e sorriu boba ao sentir a textura.
–É fofinho!–Disse ela, parecendo pensar sobre algo.–Amor, será que dá para fazer amor nas nuvens?
Arregalei meus olhos com sua pergunta, quem é que pensa isso quando está no céu? Era para ser um passeio fofinho nas nuvens, não isso!
–Depende, eu acho.–Respondo aos sussurros, desejando que ela mude de assunto, isso é constrangedor...
–Nós podemos nos amar aqui?–Sussurrou, olhando intensamente para as nuvens, me fazendo engasgar com o vento.
Quem se engasga com o vento!?
–O que? Meu bem, deixe de ser pervertida!–Afirmo, incrédula, onde foi que me meti?
–Mas parece tão romântico, ainda mais aqui em cima, estou até de saia, olha!–Aponta para a saia, sorrindo inocentemente, com seus olhos expressando expectativa.
–Você está no cio?–Pergunto, pasma, e ela n**a, confusa.–Então de onde vem essa safadeza toda?
–Isso é culpa sua!
–Por que é culpa minha?–Estava incrédula com sua audácia de pôr a culpa em mim.
–Porque você me olha com intensidade toda hora e essa sua postura dominadora...me deixa excitada!–Conta, suspirando, consequentemente paro no ar, a observando.
Adorável, mas libidinoso!
Viro ela para mim e a vejo mordendo os lábios de olhos fechados, deve estar relembrando de alguma coisa.
Aproximo meus lábios dos seus e os roubo para mim, o beijo era feroz, selvagem e muito quente.
Desço minha mão para debaixo de sua saia, puxando sua calcinha para o lado e passando meus dedos por seus lábios, fazendo movimentos circulares, a torturando.
Ela separa nosso beijo com seus gemidos, que mais pareciam ronronados, e isso me fazia ter mais vontade de a torturar em cima das nuvens, que eram nossas telespectadoras.
Seus gemidos me deixavam por um fio da insanidade, me levando a loucura lentamente, enquanto eu beijava seu pescoço avermelhado exposto, apenas para a excitar mais.
Estava a beira da loucura, já não aguentava mais me conter, dei impulso para que subisse em meu colo e ela entrelaçou suas pernas ao redor de minha cintura, rapidamente tirei os tecidos que prendiam meu falo e a tomei para mim novamente, com delicadeza.
–S/n!–Ela murmurou, aprovando meus movimentos rápidos que a faziam revirar os olhos, assim comecei a tomá-la lentamente, a torturando.–Mais rápido, meu amor...
E assim o fiz, começando a ir o mais rápido que podia, com um leve e pequeno medo de quebrá-la, sentindo suas paredes internas se contrairem mais e mais, prendendo-me com seus cantos sedutores.
–Eu estou chegando lá, meu amor!–Disse para mim aos sussurros, suando e ficando ofegante, e eu não estava tão diferente.
Minhas mãos passearam por seu corpo, enquanto nossos corpos se esfregavam, em uma luta lasciva em busca do êxtase que nos levaria além do céu, tocando e acariciando suas curvas.
Suas unhas arranharam minhas costas com mais intensidade e eu já podia sentir a excitação que fervia em minhas veias, segurando sua cintura com força, eu me aprofundei, acertando seu ponto de prazer, e nós explodimos juntas, ultrapassando o céu e entrando no mais profundo êxtase.
–Eu amo você!–Disse ela, ofegante, deixando vários beijos em meu rosto, selando nossos lábios uma última vez, suspirando.
–Eu amo mais!–Sussurrei em seu ouvido, dando um beijo em sua bochecha.–Vamos descer...–Afirmo, me organizando e arrumando ela, que assente, dando-me um selinho, separo nossos corpos suspirando em frustração ao não senti-la mais.
Começo a descer lá para baixo, tudo já estava escuro, a única coisa que iluminava era a casa a frente.
–Sã e salva.–Murmuro, lhe dando um selinho, logo sorrindo abobada.
Sou jogada para longe, quebrando algumas árvores e caindo em cima de uma que quase quebrou.
–Você não contava com a minha astúcia.–Alec ri da minha cara, junto com os outros.
Me sinto irada, meus olhos ficam totalmente pretos e veias vermelhas começam a aparecer em minha face, junto com meus dentes caninos maiores.
Meu lado demônio controla-me, rosno para Alec que levanta as mãos em rendição, mas eu ainda estava possessa.
As ômegas parecem notar isso e caminham até mim, começo a ficar mais calma ao sentir seus cheiros.
–Tudo bem?–Rosalie pergunta, e aceno em concordância.
–Não é nada, é só meu cio chegando, é normal alfas ficarem assim.–Disse com tédio, a puxando para mim e inalando seu cheiro, me acalmando por completo.
–Podemos ir ver a casa agora?–Jane pergunta, para tirar o ar tenso que estava, e concordo, agarrando sua cintura e a puxando para mim, fungando seu cheiro.
–Que casa?–Leah pergunta, olhando-me curiosa.
Ah, não disse a ela ainda...burra!
–Bem, a que comprei, querida.–Murmurei, sorrindo boba para ela.
–Com que dinheiro?–Ela indaga, confusa.
–É o que todos queremos saber!–Jasper afirma, com um grande olhar de curiosidade.
–Acho que essa casa não existe...–Caius dá sua opinião com uma cara de indiferença e Marcus concorda, silencioso.
–Vai achando aí então, ô sabidão.–Falei, com sarcasmo.–Vamos, pessoal, marchando para minha casa imaginária!–Cantarolei.
Irônica, eu? Claro que não.
–Nessie, quer ir voando?–Falo, sorrindo para ela, seus olhos brilham.
–Sim, sim!–Me abaixo para ela subir, mas sinto uma mão em meu ombro.
–Ela não vai cair, não é?–Bella pergunta, preocupada.
–Fique tranquila, ela estará agarrada e presa em mim, não irá cair. Para você ficar tranquila, eu irei a prender em mim com telecinese.–A tranquilizo, sorrindo.
Nessie sobe em minhas costas e faço uma corda telecinetica prende-la em mim, como se fosse uma mochila.
Por incrível que pareça, ela é tão pequena que não impede minhas asas de se mexerem.
–Todos a bordo?–Grito para Nessie, sorridente.
–Sim, capitã!–Ela grita, animada.
–Vamos nessa!
Comecei a voar, desviando das árvores, enquanto ouvia Renesmee rindo, e eu ria também, sua risada de criança era gostosa de se ouvir.
Chegando perto da casa, olhei para trás para ver se estavam chegando, estão quase perto.
Vi os quileutes do outro lado da divisória de água, eu e Nessie acenamos, o lobo que era Jacob chega perto, rosnando, acho que era um aviso para não deixar Nessie cair.
Vôo mais um pouquinho e paro em frente a casa, ela é linda!
–Uau, titia, ela é muito grande!–Disse, com admiração, me abaixo para ela descer, soltando os laços que nos prendiam.
–Você é louca?–Fala com raiva, um Jacob, que aparece em meio as árvores, só de bermuda.–E se ela caísse de suas costas?
–Eu deixei, Jacob, fique tranquilo.–Bella e os outros aparecem, aliviando-me, já estava pronta para meter só uma no focinho dele.
Esse cachorro precisa de focinheira!
Leah estava nas costas de Rose, que ao perceberem que eu estava as olhando, sorriem para mim e eu retribuo.
–Estou bem, Jay. Olha, está vendo? Estou inteirinha.–Nessie fala, girando e rindo.–Titia, eu quero ir de novo!
–Só se seus pais deixarem!–Apenas sorri para ela, admirando-a e imaginando quando eu teria uma criança exatamente como ela.
–Mamãe, papai? Deixa, por favorzinho!–Ela pede, juntando as mãos, vejo Bella e Edward concordarem.–Eba!
–Pessoal, sejam bem-vindos a minha casa.–Falei, cantarolando e chacoalhando as mãos no ar.
Era uma enorme mansão, de estilo rústico e chique, ela exala tudo de bom, o lar dos sonhos!
–Com que dinheiro você comprou ela, cunhada?–Seth pergunta, olhando tudo com admiração.
–É o que todos nós queremos saber, Seth.–Emmett respondeu.
–Vamos entrar, ainda irei decorar algumas coisas.–Falei, abrindo a porta e dando passagem para todo mundo.
Ao entrar, me deparei novamente com uma enorme sala chique, mas simples, no estilo rústico, tendo alguns quadros na parede da sala de estar, junto a dois sofás brancos e uma televisão enorme, presa a parede, tendo mais para frente a cozinha e alguns outros cômodos.
–É linda, meu amor.–Rose murmura ao meu lado, encantada.
–Não é só isso, meu bem.–Digo, sorrindo para ela e entrelaçando nossas mãos.–Subam a escada, por favorzinho.
No canto a esquerda havia uma grande escada de madeira, atrás de uma parede de vidro, tendo mais a frente, uma árvore no meio da sala, dando um ar mais de natureza.
–Nossa, por que tem uma árvore no meio da sala?–Quill pergunta, com o cenho franzido.
–Para o primeiro i****a perguntar o porquê, talvez!–Jared responde, zombando dele.
–Aqui em cima é muito melhor!–Conto, sorrindo.
No primeiro andar havia mais de 5 quartos, todos com suítes e grandes closets, nada estava decorado, apenas dava para ver as paredes brancas e as enormes janelas de vidro, que dava para ver a grande floresta do lado de fora.
–Me sinto tão pobre.–Embry murmura, frustrado.
–Se você quiser, eu te dou dinheiro.–Digo, como se fosse algo normal, dando de ombros.
–SÉRIO?–Ele grita e aceno com a cabeça em positivo.
–Como você vai dar dinheiro a ele?–Leah pergunta, agora desconfiada, pondo as mãos na cintura.
–Mágica, vamos ver as outras partes, ainda tem mais.–Mudo de assunto.–Há mais 5 quartos desses, só falta decorar.–Falei, entrando no quarto e saindo para eles entrarem.
Dou um grande sorriso, a casa era espaçosa, dava para fazer um monte de coisas, deveríamos colocar um pouco de cor nessas paredes, são todas brancas, a única coisa que se diferencia é a parede de madeira.
–Aqui é o primeiro andar como podem ver, por causa da árvore.–Aponto para a ponta da árvore.
–Uau, 'tô babando aqui, titia.–Contou, e isso me fez rir.
Olhando para o lado esquerdo, há uma enorme sacada, uma área de lazer, onde havia vários bancos e cadeiras super confortáveis.
–Pronto, é só isso.–Terminei.
–Você ainda fala "É só isso"? Você 'tá vendo o tamanho dessa casa?–Seth grita, incrédulo, apontando para tudo.
–Fale baixo, isso machuca minha audição, seu...–Falei, exaltada.–Desculpe, Seth, meu cio está chegando e é normal eu ficar brava as vezes.
–Tudo bem, cunhadinha.
–Vocês gostaram? Eu fiz alguns ajustes nela como, um porão, uma garagem e uma piscina subterrânea. Me esqueci de dizer, os quartos são a prova de som.–Sorri e olhei discretamente para as meninas, que abaixaram a cabeça, rubras.–Enfim, vamos descer para ver.–Falo, descendo as escadas e entrando em um corredor com uma porta no final e mais duas de cada lado no meio.
A piscina tinha uma água cristalina e era tão grande quanto um tubarão megalodonte, tendo 3 metros de altura e 25 de largura, dentro dela haviam luzes, que podiam mudar de cor de acordo com um aparelho que estava na parede.
–Essa é a piscina.–Vou e ligo a luz, iluminando a água da piscina.
–Eu posso morar aqui, titia?–Nessie pergunta, seus olhos brilham como uma pequena estrela.
–Não, querida. Mas se você quiser, pode visitar.–Me abaixo um pouco para falar com ela.
–É lindo, meu anjinho. Mas, não foi muito difícil criar isso aqui, não?–Jane indaga, confusa, olhando-me.
–Não foi muito, só precisei trazer os matérias necessários e usar meus poderes para tirar a terra e colocar a água.–Sorri e abracei seus ombros.–Vamos indo.
Subimos e partimos para a próxima porta, a da garagem.
A garagem era muito grande, era de uma forma meio redonda, em um ângulo de 180 graus, com uma enorme distância, cheia de carros de várias cores.
–Como você conseguiu todos esses carros?–Jacob pergunta.
–Magia.–Minha única fala.
–S/n, você está roubando?–Jasper pergunta, e respondo um não.–É o que parece!
–Vamos para o último. Ômegas, tem uma surpresa para vocês lá.–Sorri, eu só queria ver a cara delas depois de verem.
Elas parecem se perguntar o que é...
Era um porão, feito para caso haja algum tipo de fenômeno da natureza, resumindo, um lugar para se proteger, havia de tudo, móveis, eletrônicos, alimentos que poderiam durar por bastante tempo, banheiro, quartos, entre outras coisas, e também tem um quartinho especial.
–Tcharam...–Levanto minhas mãos no ar.
–Ela está roubando, tenho certeza.–Olho feio para Edward.
–Ômegas?–As chamo e elas me olham.–A surpresa está atrás daquela porta.–Aponto.–Não deixem eles verem, por favor.
–Ah, S/n, deixa eu olhar, só um pouco.–Emmett diz, e n**o com a cabeça.
O quartinho especial, nada mais e nada menos era que o nosso quartinho vermelho, onde iríamos aproveitar bastante, lá havia vários tipos de brinquedos, uma enorme cama e não podia faltar, bebidas!
As meninas vão até lá, a porta estava em um corredor, só quem estava a sua frente podia ver o que tinha dentro.
Todos estavam prestando atenção nelas e quando elas saíram, me olhando com os olhos arregalados, eu ri muito.
Assim que elas saíram, eu fechei a porta com telecinese, tomando cuidado para não quebrar com tamanha força.
–O que era?–Elizabeth pergunta, curiosa.
–Nada!–Elas dizem rapidamente, estavam tão nervosas, consigo sentir seus sentimentos de longe, Jasper sentia também, deu para perceber.
–E foi isso, pessoal.–Digo subindo e indo para sala.
–Bem, agora nos conte, como comprou a casa?–Carlisle indaga, brando.
–Mágica, um dos meus poderes é criar ou trazer coisas que existem. Eu só fiz o dinheiro aparecer e dei para a dona.–Falo normal, dando de ombros.
Quando vim pagar, o dono era uma mulher, foi um pouco difícil, mas eu consegui.
–Uma mulher?–Rose murmura, ficando irritada, tendo uma enorme cara de repulsa.
–Era uma mulher?–Jane também pergunta, sua cara não era nada boa.
–É uma mulher!–Leah murmura, enciumada.
Fudeu de vez!
–Eu acho melhor a gente ir embora, não é, pessoal?–Esme diz, empurrando todo mundo para fora.
–Não vão, pessoal, fiquem aqui de boa.–Falo, nervosa, tentando impedi-los.
–Tchau, S/n.–Todo mundo vai embora, me deixando para morrer...
Por que?
–Ainda bem que eles foram embora, assim podemos desfrutar da casa inteirinha!–Rosalie diz, dando beijos gelados em meu pescoço.
O que?
Ela não estava brava?
O que está acontecendo?
–Acho melhor vocês irem embora, já está tarde. Leah, sua mãe deve estar preocupada, você já passou ontem fora de casa. Jane, você tem que ir de volta para o castelo, para fazer suas malas. E, Rose, você tem que cuidar de Nessie.–Falei, lembrando elas.
–Está nos expulsando?–Leah indaga, me fazendo rapidamente negar com a cabeça.
–Você não quer?–Jane pergunta, desanimada.
–Não é isso, garotas. Eu só quero que vocês façam suas coisas e depois fiquem comigo.–Falei, estava cansada.
–Está bem, já estou indo.–Diz Rosalie, revirando os olhos.
–Eu também.–As outras duas falam, suspirando tristes.
–Querem que eu as leve?–Indaguei, já me arrependendo.
–Não.–Todas respondem em uníssono.
–Aish, suas safadas, só uma rapidinha!–Digo, tirando meu casaco, e sinto uma delas rasgar minha calça.–Amor, a calça era nova!
–E daí?–Rosalie resmunga, e me joga no sofá, pego um pequeno controle que tinha alí e aperto um botão para tampar as janelas de vidro.
–E daí que...céus!–Jane senta em meu colo, me fazendo ofegar ao sentir seu interior quentinho, logo seguro sua cintura para a ajudar nos movimentos.
–Alfa, me possuia bem aqui!–Leah aponta para sua florzinha e abre bem as pernas, olhando-me maliciosamente, mordendo seus lábios.
A puxei mais para perto e a beijei, iniciando uma sequência de chupões em seu pescoço.
Senti minha outra mão ser puxada e meus dedos tocaram algo macio e duro como mármore, era a b***a de Rosalie, toquei sua florzinha molhadinha e lhe possui com meus dedos audaciosos, ouvindo seu gemido manhoso.
–Ali de novo, alfa!–Jane geme mais alto, manhosa, após eu acertar outra investida em seu p*****g, fazendo-a revirar os olhos.
–Toque em mim, amor!–Leah aponta para sua florzinha deflorada, enquanto fica toda empinada para mim.
Ataquei seus lábios carnudos, me deliciando com seu doce mel, enquanto torturava Rosalie com meus dedos, ouvindo seus gemidos que eram música para meus ouvidos.
Observava pelo canto do olho os movimentos de Jane, que rebolava em meu colo, em busca de nos levar ao êxtase mais rápido, não demorou muito para explodimos, mesclando nossos gozos.
As meninas não demoram muito, esparramando sua excitação e entrando em êxtase, revirando seus olhos, lambo meus dedos do líquido doce e gelado de Rosalie, saboreando-o.
–Pronto, agora vamos, vou levar vocês para casa.–Tento tirar Jane de cima de mim, mas ela quica com tudo, rebolando e me olhando safada.–Droga, Diabinha, eu vou ficar excitada de novo!
–É o objetivo, anjinho.–Seu sorriso malicioso é direcionado a mim, mordendo seus lábios, provovante.
–Isso não vai dar certo, sua Diabinha.–Murmuro, tirando ela de cima de mim, esta que suspirou em frustração, derrotada.
–Ah, amor, só mais um pouquinho.–Rose resmunga, manhosa, acariciando meu rosto.
–Se vistam, por favor!
–Você é má, S/n...–Leah reclama com um biquinho em seus lábios, na qual eu mordi.
–Eu sei que sou, mas vocês precisam ir para casa.–Avisei, me levantando do sofá e começando a me vestir, só falta uma calça para mim, faço aparecer uma igual a que eu usava, só que de outra cor.
–Vamos.–Pego as chaves de um carro qualquer e vamos até a garagem, aperto o botão e um carro apita, vou até ele e vejo ser um Renault Captur vermelho.
–Entrando, garotas.–Falo e sento no lugar do motorista, como eu sei andar de carro? Quando cheguei aqui, essa foi uma das informações que eu tive.
Pipi...sai da frente que atrás vem gente!
Acelerei quando as meninas entraram, Rosalie na do passageiro ao meu lado, Jane e Leah atrás, que estavam de braços cruzados e emburradas.
–Não fiquem com essa carinha, podem vir me visitar assim que puderem.–Sorri para elas.–E fazer o que vocês quiserem no quarto vermelho.
Elas sorriram e eu comecei a dirigir para a casa de cada uma.
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