CAPÍTULO 3

1094 Palavras
MAYSA Eu comecei chorar desesperada não sabia o que fazer, eu iria morrer ali e isso me deixava em pânico e ainda aquele chute doeu pra caramba, coloquei a mão ma minha cintura onde o chute pegou. — O que foi, menina?— a senhora desceu as escadas devagar e parou ao meu lado. — Sai de perto dessa ladrazinha vó, ela estava tentando roubar sua casa. — um dos gigantes falou. Era o que parecia um monstro de tão musculoso e o da voz mais assustadora e do olhar também, ele me olhava ferozmente. — Eu não sou ladra... — eu falei em prantos — Desculpa... eu achei que não tinha ninguém na casa... sei que sou errada... — eu falei apavorada, tentando inventar algo — Eu só ia pegar algo para comer e ir embora. Os três me olharam com os olhos serrados com pura desconfiança, eu podia ver que não acreditaram em nenhum momento em mim. — Ia pegar algo para comer na parte de cima da casa, nós vimos você entrar e ir direto para o andar de cima. — o outro gigante falou o de cabelos e barbas escuro dos três. — Eu queria ir no banheiro eu conclui que era la em cima. — falei olhando para eles com medo, um mantinha a arma na mão e tinha uma expressão seria. — Ahhh, coitadinha, está com fome? Vem comer querida. — a senhora segurou meu braço e desceu as escadas me puxando com dificuldade, eu soltei meu braço e segurei o dela. — Cuidado, senhora. — eu falei a ajudando a descer as escadas. Os três se entreolharam e voltaram seus olhos para mim — Vovó, não vai dar nada a essa ladrazinha, ela é uma bandida... — Quieto, Douglas a menina só quer comer, não se n**a comida a ninguém. a senhora falou e os três bufaram, mas ficaram em silêncio, passei perto dos três me tremendo toda, eles eram três homens que pareciam gigantes e musculosos, eram três armários e eu quase fiz xixi nas calças de medo. Eu acho que do mais baixo deles eu ficava abaixo do peitoral dele de tão alto o mais alto é assustador eu era da altura de sua cintura eu acho. A senhora me levou até a cozinha, eu segui em silêncio era melhor eu ficar bem pertinho dela e talvez eu saia viva dali. — Senta. — ela falou e eu obedeço — Douglas faz um lanche para menina comer, você é o que cozinha melhor. — ela ordenou. — O que? Pirou vovó, p***a? Eu não vou fazer nada para uma marginalzinha que acha que me engana com essa voz doce. — ele falou e eu olhei para ele que me olhou de volta, ficamos nos olhando por um momento, ele era bonito, não tinha como não notar, o cabelo era curtinho, praticamente careca, como o de um militar a barba bem desenhada, olhos pequenos e azuis, a boca era um pouco fina mas bem bonita. — Anda logo, Douglas quer levar uns tapas na orelha, cassete. — ela falou brava,ele resmungou e desviou o olhar de mim. — Só pode ser brincadeira, me fazer preparar um lanche para uma bandidinha. — ele resmungou se aproximando de mim feroz, fiquei com tanto medo dele que dei um pulo de susto e acabei caindo da cadeira. — Nossa, querida... tudo bem? — a senhora perguntou, um deles me ajudou a levantar, segurou minha cintura onde levei um chute, eu gemi de dor. Ele me olhou e levantou minha blusa. — Ei... — eu falei tentando puxar a blusa, ele segurou minha mão. — Fica quieta. — ele falou sem paciência segurando minhas mãos facilmente. Ele olhou minha cintura e eu segui seu olhar e vi o roxo enorme que estava na minha cintura onde levei o chute. — Meu Deus, o que foi isso, menina?— a senhora perguntou assustada, olhando lara o roxo. — Foi o Douglas. Chutou a menina. — o que me segurava falou. — Eu achei que era um ladrão e um homem, não sabia que era uma garotinha anã. — o que preparava o lanche falou olhando para o roxo em mim. — Nossa que horror, Douglas, foi assim que te ensinei a tratar uma garota? — a senhora falou séria. — Já falei que não sabia que era uma mulher, caramba. — ele resmungou voltando a preparar o lanche. — Depois que ela comer passe uma pomada no ferimento dela. — a senhora falou. — Quer que eu de banho nela também? Escove seus cabelos e a ponha para dormir? — ele falou com ironia. — Quero. Ótima ideia. — A senhora falou e ele grunhiu alto e os outros dois riram, o que segurava minhas mãos tocou no meu machucado, eu gemi e afastei meu corpo, só aquele toque de leve doía. — Isso esta feio, bandidinha! — ele falou me olhando nos olhos, eu fiquei vermelha, que coisa aqueles três eram muito bonitos e isso me deixava mais nervosa ainda do que estou. Ele me soltou e me fez sentar de volta na cadeira, olhei a situação que eu estava não sabia se ria ou chorava, depois do pânico que esses três me fizeram passar, agora um deles prepava um lanche para mim. Talvez essa fosse a última refeição da minha vida,não duvidava nada que depois de obedecerem a vó deles. Eu fosse morta por eles. Estavam tão nervosos que eu sentia medo do que podia me acontecer. — Come logo! —Douglas jogou o prato na minha frente, pegou uma lata de refrigerante e jogou perto de mim também. Fiquei olhando o lanche parecia muito bom, mas eu tinha medo de comer e soltar tudo de tão nervosa que estava. — Come, p***a. — ele falou alto com aquela voz eu de um sobresalto e peguei o lanche. Eu estava com fome, estava sem comer desde de manhã, passei o dia todo tentado convencer Igor a não matar meu irmão, eu comi o lache em segundos e estava muito bom mesmo. Douglas colocou outro lanche no meu prato, levantei a cabeça e vi que os três me olhavam atentos, ruborizei na hora, era constrangedor ter aqueles três homens extremamente lindos me olhando sem parar. Me sentia muito m*l, por ter invadido a casa dessa senhora tão gentil, foi uma coisa horrível, que eu não queria repetir essa experiência nunca. — Come bandidinha! ⭐⭐⭐⭐⭐⭐⭐⭐⭐⭐⭐⭐⭐⭐⭐⭐⭐⭐⭐⭐⭐⭐⭐⭐⭐⭐⭐⭐⭐⭐⭐⭐⭐⭐⭐⭐⭐⭐⭐⭐⭐⭐⭐⭐⭐⭐⭐⭐ Espero que estejam gostando da história! Ajudem a autora deem um voto e comentem! BOA LEITURA!!!
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