17. Tsunami

1393 Palavras

O dia já amanhecia e eu sentia que minha cara estava arrebentada, mau conseguia abrir um olho. Fico sentado ali esperando alguém aparecer, pra me salvar ou pra me matar. Fecho os meus olhos e só consigo ver a minha marrenta, lembro perfeitamente do cheiro dela, perfume doce e que por incrível que parece tinha até sabor doce, mesmo com a boca cheia de sangue eu sentia o sabor dela. Caralhö agora que achei uma mina legal, vou pro saco? Noto quando dois homens entram e cochicham, não consigo entender muito o que falam por estava meio zonzo até um deles dizer: - Vamos deixar ele onde mané? inquire - Vão me levar onde? inquiro entre dentes - Não importa, vamos te jogar em qualquer lugar - um diz me levantando - Vivo? - inquiro - Depende do seu ponto de vista - um deles diz e ri Eles me

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