Capítulo XXIX

2950 Palavras

Eu já tinha apanhado algumas vezes do infeliz e quanto mais ele me batia, mais eu pensava no j**k e rezava em silêncio para que ele não fizesse a loucura de vir à minha casa. O tal invisível, como era conhecido, ficava me olhando e limpando o nariz que ainda estava sujo de **. De vez em quando ele ia até a mesa e cheirava cocaína, o que o fazia ficar cada vez mais louco. Ele arregalava os olhos me observando e quando parava de falar me chutava. - Ai! - gritei me curvando de dor, enquanto ele me amarrava. - Cale a boca desgraçada. Você não pensou duas vezes antes de me enfiar naquela jaula e agora eu vou te torturar, até matá-la - disse me chutando. Meu telefone tocou novamente e desta vez ele o atirou na parede e chutou minha cabeça, o que me fez apagar por alguns minutos. Acabei despe

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