Bruno Abro a porta e caio no banco do passageiro sem conseguir desfazer o sorriso, todos os seguranças se espantam com a aparência. Mas f**a-se, nem são loucos de ousar dizer algo contra a minha garota, com o peitoral desnudo carrego como um troféu os panos sujos do sangue dela. Poderia ser humilde, mas não sou, disfarçar um pouco, mas não quero. Quero que todos sempre saibam que sou o único homem de Lívia, escolhido por ela, sei que com ela poderia até não ser virgem e ainda lutaria pela aprovação do nosso casamento no conselho. Só que essa parte ridícula, se esbanja como um animal faminto sendo servido de um banquete. A fera obscura, que se rendeu desde o primeiro olhar, parece querer montar um ninho em cima desses panos só para marcar terreno. É nisso que me tornei, de um mafio

