Mel começa a recuar o corpo, vindo em direção a minha mão, me fazendo ir ainda mais rápido e forte, mas antes que ela possa alcançar o ápice, me afasto. Seus resmungos e lamúrias me fazem rir, e nesse momento me sinto poderoso. Movo seu corpo de novo e a deito na cama com as costas no colchão, e a olho como um homem faminto que observa um banquete oferecido especial e exclusivamente para ele. — Minha. Toda minha. Seus olhos azuis estão brilhando, as pupilas dilatadas de desejo. Deslizo a língua pela boca, avaliando por onde começar, e então me abaixo e abocanho um de seus s***s. Mordisco s m*****s e esfrego a barba na pele sensível. Suas costas se curvam enquanto Mel puxa meus cabelos, me prendendo. Deixo sua pele molhada e irritada, e vou para seu outro delicioso monte, e repito o pro

