Semanas se passaram, e meus medos diminuíram. As pessoas já não encaravam ou cochichavam ao me ver perto de Royce, e isso era um alívio. Por mais desagradável que ela fosse, Geneviève serviu para desviar os comentários maliciosos. Algumas colunas de fofoca foram brutais, mas Royce ter me tranquilizado ajudou bastante a passar pela fase. Agora, quase três meses depois, eu enfim sentia que talvez eu e Royce pudessemos ter um futuro. Mais de uma vez eu me senti perto de contar tudo a ele, mas sempre acabo desistindo. Covardia, eu sei, mas quando ele aparece no meu apartamento cheio de sacolas, pretendendo passar o final de semana chuvoso enrolado comigo, é difícil arriscar estragar tudo. — O que foi? — Sinto os braços dele ao meu redor, enquanto ele se aproxima por trás. Estou parada olhand

