capitulo 121 vk

1455 Palavras

NARRADO POR: VICTOR "VK" A marrenta não sabe brincar. Quando as unhas dela arrastaram pelo meu peito e pararam ali, no limite do meu cinto, roçando o volume que já estava querendo rasgar a calça, meu juízo deu um estalo que quase me fez perder a linha no pátio do posto. Olhei para aquela carinha de santa da Barra, os olhos castanhos transbordando uma malícia que me deixava no puro estado de fissura, e dei um riso rascante. — O resgate eu pago com gosto, Maitê... — sibilei, colando o meu rosto no dela até sentir o hálito quente de baunilha. — Mas se prepara, porque o cativeiro hoje é na minha suíte e a chave eu já joguei fora. Girei a chave na ignição e o ronco da XT 660 cortou o silêncio do Complexo como um tiro de advertência. A Maitê não pensou duas vezes: laçou as pernas na minha cin

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