NARRADO POR: VICTOR "VK" A marrenta ainda teve fôlego pra tentar sustentar a pose, mesmo com a raba ardendo no puro vermelho e a b****a pingando mel no meu lençol de fios egípcios. Ela virou o rosto de lado, o cabelo preto grudado no suor da têmpora, os olhos castanhos brilhando num ódio que era puro combustível pro meu t***o. Ela soltou com a voz embargada, mas tentando manter a marra de elite: — Ninguém manda em mim, Victor Hugo... eu faço o que eu quero, na hora que eu quero! Dei um riso gélido, aquele riso de quem sabe que a mentira dela não durava mais um segundo dentro do meu domínio, onde o ar que ela respirava tinha o meu selo de autoridade. Me aproximei do ouvido dela, sentindo o cheiro de luxúria pesada misturado com o rastro de pêssego e o suor da p*****a que infestava o q

