capitulo 113 VK

2379 Palavras

NARRADO POR: VICTOR "VK" O corpo dela tava uma brasa, e a minha paciência pra esse joguinho de "doutora e paciente" já tinha ficado lá na barreira, enterrada no barro. Segurei o rosto dela com uma mão só, fechando os dedos na mandíbula dela pra obrigar aquela morena a me encarar, enquanto a minha outra mão tateava a cintura dela, subindo por baixo do jaleco e sentindo a firmeza daquela pele que me deixou no puro veneno a noite toda. O cheiro dela tava se misturando com o cheiro de álcool do posto e o meu cheiro de bandido, criando um perfume que dava vontade de devorar ela ali mermo, no meio do corredor. — Me diz uma coisa, marrenta... — sibilei, a voz saindo rascante, colando minha boca na dela até sentir o hálito quente. — Por que te jogaram logo aqui? No meio da minha gestão? O asfalt

Leitura gratuita para novos usuários
Digitalize para baixar o aplicativo
Facebookexpand_more
  • author-avatar
    Escritor
  • chap_listÍndice
  • likeADICIONAR