Capitulo 126 O RASTRO DA DONA

721 Palavras

NARRADO POR: MAITÊ LACERDA O despertador nem precisou tocar; meu corpo já estava em estado de alerta, operando naquela frequência de adrenalina que só o Complexo consegue injectar no sangue de uma Lacerda. Abri os olhos e o teto da suíte do Victor foi a primeira coisa que vi. O braço pesado e tatuado dele por cima da minha cintura era o carimbo definitivo de que, no topo desse morro, eu tinha um dono e que o rastro da noite anterior ainda queimava em cada milímetro da minha pele. O "te amo" que ele rosnou no meu ouvido antes de a gente apagar ainda vibrava no meu juízo, bagunçando a minha marra de doutora. Levantei devagar, sentindo o corpo reclamar daquela guerra de prazer. Meus pés tocaram o chão frio e eu catei a camisa social preta do Victor no chão. Enfiei os braços nas mangas enorm

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