ISABELA NARRANDO Senti o carinho dele nos meus cabelos e ouvi a sua voz rouca e fraca. Ele Começou a tossir enquanto tentava respirar. — Anjo! — Ele falou. Eu me levantei para olhar em seus olhos. — Oi! Fica quietinho, não faça nenhum esforço. Você perdeu muito sangue; tenho que chamar um médico — falei, tocando em seu rosto, mesmo com as minhas mãos sujas do seu sangue. — Não chame ninguém, eu só quero você — essas palavras dele fizeram meu coração acelerar. Olhei para o Sandro, que me olhou todo desconfiado, como se perguntasse o que está acontecendo. Pedi para os homens levarem ele para o quarto. Já que ele não quer que chame o médico, vou cuidar dele pessoalmente. Sandro chamou mais alguns homens que estavam na frente da casa. Foram muitos homens para remover ele do sofá para o q

