ISABELA NARRANDO Acordei num susto com o Leandro pulando da cama. Ainda tonta, vi ele catando a camiseta do chão e já vestindo com pressa. Não deu nem tempo de raciocinar, perguntei o que estava acontecendo. — O carregamento do hospital chegou. Eu surtei. Pulei da cama também, mas no momento que pisei no chão, senti uma fisgada que me fez soltar um — Ai — alto. Minha vagïna tá toda dolorida. Exagerei ontem à noite, e Leandro nunca nëga fogo, aí já viu, me acabei na sentada. Ele, sem perder a pose, ainda me olhou de canto e riu. Eu só fiz uma careta e continuei a me arrumar. Enquanto me vestia, minha mente já tava a mil. Finalmente, o hospital tava recebendo tudo o que a Secretaria de Saúde tinha prometido. Eu sou a responsável, então tenho que estar lá, de olho em cada detalhe. A

