Capítulo 10

1032 Palavras
No outro dia pela manhã acordo com meu despertador tocando, me levanto da cama e vejo que era cinco horas da manhã, vou para o banheiro faço minha higiene pessoal, depois visto minha roupa de praticar minha caminhada matinal, pego meu fone de ouvido e desço para o andar de baixo, ao passar pela porta do quarto de Ian que estava entreaberta eu pude vê ela todo esparramado na cama, dou um sorriso e desço para o andar de baixo onde pego uma garrafinha de água na geladeira e saiu de casa e começo a correr pela calçada até chegar na praça onde tem outras pessoas fazendo caminhada também. Eu sempre gostei de antes de começar o meu dia de da uma corrida, pois isso me ajuda a vencer os desafios que me surgem durante o dia, depois de meia hora correndo e ouvindo música eu volto subo para o meu quarto e tomo outro banho para tirar o suor e visto outra roupa confortável, já que hoje não irei trabalhar resolvi descer para fazer o café da manhã e aproveitei para ligar para dona Júlia que atende no quarto toque. — Oi Victoria. — Oi dona Júlia bom dia — Bom dia menina, você quer alguma coisa? — Quero sim — O que é? — Quero que você tire o dia hoje de folga, eu mesmo cuido aqui, não vou sair hoje de casa — Você tem certeza? Eu posso ir fazer a comida pra vocês? — Tenho sim, pode ficar tranquila — Então tá bom. _ Até amanhã — Até.— Desligo o telefone e começou a pegar os alimentos que irei precisar para fazer o café da manhã, resolvi fazer ovos mexidos com bacon, torradas com geléia, bolo e panqueca de frango com catupiry e suco de laranja e café com leite, e quando eu estava finalizando escuto alguém se aproximando e quando olho vejo que era Ian vestindo uma bermuda e uma camisa branca de botões com o cabelo húmido denunciando que ele tinha recém saído do banho. — Bom dia Victoria — Bom dia! Dormiu bem?— perguntei pra ele — Sim, eu dormi muito bem, nem lembrava mais o dia que tive um sono tão bom como esse da noite passada e você? — Dormi muito bem, obrigada por perguntar, eu pensei que você iria dormir até mais tarde. — Bem que eu queria,mas não consegui por causa do costume lá na cadeia. ... O que você está fazendo?— ele perguntou me observando — Eu entendo, mais em breve você consegue pegar outra rotina — Tomará — Eu estou terminando aqui de fazer o suco para tomarmos café, inclusive você já pode sentar na mesa — Tá bom.— ele se senta e observa a mesa mordendo os lábios — Foi você que fez sozinha — Foi sim, espero que você goste .— Digo e começamos a conversar enquanto comemos. — Victoria eu estava pensando e vou começar a procurar emprego hoje, e assim que eu conseguir vou atrás do garoto, espero que ele me aceite. — Tenho certeza que ele vai te aceitar sim, você é incrível e com certeza você será um ótimo pai. — Não diga isso, eu nem sei como eu cuido de mim mesmo, ainda mais cuidar de uma criança, de um filho— Ele fala e eu vejo em seus olhos que ele está apavorado com essa ideia. — Fica calmo e só dá tempo ao tempo, inclusive eu estava pensando em irmos fazer a visita sábado que não vou trabalhar o que você acha? — Por mim tudo bem — Ian, o que você acha de trabalhar pra mim como jardineiro? Será temporariamente, apenas até você encontrar outro trabalho e eu um novo jardineiro? Te pago 500 por semana. — Eu acho uma ótima ideia Victoria, assim poderei alugar um cantinho pra mim e não te incomodarei más. — você não incomoda, relaxa — falo terminando o meu café da manhã. — você já está me ajudando muito Victória, eu nem sei o que seria de mim sem você.— Ele fala e ficamos nos olhando um alguns segundos, em seus olhos dava pra vê que ele estava grato por tudo que eu estava fazendo. — Quando você pode começar? — falo tentando mudar de assunto — Hoje mesmo. — Pronto. — falo e depois que terminamos de tomar café eu mostro pra ele as ferramentas pra ele usar no jardim e vou para o meu quarto onde reviso alguns papéis que precisava da minha atenção, e depois por volta das dez horas da manhã vou arrumar a casa e fazer o almoço. Depois de terminar um caprichoso almoço subo para o quarto onde tomei banho e mim junto com Ian e começamos a almoçar. Eu estava amando fazer as refeições em companhia. Por volta das duas horas da tarde eu resolvi assistir um filme enquanto Ian disse que iria borda as árvores, eu agradeci e ele foi fazer o seu trabalho. (...) Eu estava tranquila sentada no sofá da sala me preparando para assistir um filme quando ouço batidas na porta. Me levanto para abrir e ao abrir, vejo Mathias com uma expressão séria, o cenho franzido indicando que algo o incomoda profundamente. E eu fico até surpresa por ele não ter me avisado que vinha me vê hoje. — Oi, entra.— Sou um selinho nele — Aconteceu alguma coisa? — pergunto, preocupada, enquanto ele entra sem dizer uma palavra. Os segundos de silêncio parecem uma eternidade até que ele finalmente rompe ele para o meu alívio — Victoria, quem é aquele cara lá embaixo? — indaga, claramente tenso. — O que?— pergunto um pouco confusa com sua pergunta até que me lembro de Ian. — Oh, você está falando sobre Ian. Ele é um amigo, Mathias. Um homem que foi injustamente acusado e agora está tentando reconstruir a vida e eu estou o ajudando. -- Falo e Mathias parece incrédulo, cruzando os braços na altura do peito e indaga. — Amigo? Você trouxe um ex-presidiário para sua casa, Victoria? Você ficou maluca?— Fixo surpresa com seu vocabulário, pois ele nunca foi assim.
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