Empurrando nossos limites

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YILEYNA A manhã seguinte amanheceu clara, porém, fria. O sol estava brilhando, enganador em relação à temperatura lá fora. Ótimo, o tempo estava piorando à medida que o inverno se aproximava. Eu acabara de tomar banho e estava secando meus cabelos com uma toalha enquanto ficava em frente ao espelho de corpo inteiro no meu quarto. Fiquei parada, inclinando a cabeça à medida que observava meu corpo. Um corpo em forma de ampulheta, com s***s maiores do que a média. Com a luz do sol brilhando pela janela, a água que grudava no meu corpo quase parecia pequenos cristais se agarrando a mim. Pele suave e cremosa que Charlene sempre dizia parecer impecavelmente perfeita. Quadris curvilíneos que me incomodavam porque realmente me lembravam das Ômegas. E coxas muito mais grossas do que as magras

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