Capítulo 31

1167 Palavras

Capítulo Trinta E Um Santa ocitocina. Ele tem um leve gosto de trufas de chocolate, mas o bucalgasmo que estou sentindo envergonha qualquer doce. Isso não é real. É surreal. Nossas línguas dançam o balé mais complexo já encenado, e sinto como se estivesse tendo uma experiência extracorpórea. Como se seus lábios estivessem enviando arrepios pela minha alma. Alguém limpa a garganta. Art não parece notar ou se importar, mas eu relutantemente me afasto. Meu rosto está quente e as partes mais íntimas do meu corpo também quando me viro para encarar Festus, que está se esforçando muito para não parecer enojado. Com uma fungada, ele diz: — Estamos prontos — Antes de acrescentar baixinho: — Agora, vão procurar um quarto. Eu toco meus lábios inchados. — Obrigada? Aquele que fez todos aquele

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