Capítulo Vinte Meu estômago aperta sob a nova tatuagem. — Nós nos casamos. Art esfrega distraidamente o peito, espalhando mil calorias de sobremesa no processo. — Parece que seguimos o plano. — Claro. — Eu imbuo a palavra com sarcasmo suficiente para deixar um exército de adolescentes com ciúmes. — Tudo correu conforme o planejado. Ele lança um olhar para minha barriga nua e a mensagem escrita ali. — Justo. Mas o casamento, pelo menos, fazia parte do plano. — Nunca concordamos em consumá-lo! — Meu grito espartano está de volta e aumenta minha dor de cabeça em alguns pontos. Art segura a cabeça com as palmas das mãos no estilo da pintura “O Grito”. — Talvez não tenhamos? Eu apressadamente corro meu olhar pelo quarto. — Olhe lá! — Aponto para uma mesa de cabeceira onde um preservativ

