Capítulo Vinte E Sete Oh, não. Não, não, não! Eu agito os dois braços, aquele com o vibrador e o outro sem. Não. Eu bato no chão com um baque alto, o ar saindo dos meus pulmões. Gambás. Vejo estrelas em meus olhos e um estrondo alto em meus ouvidos. Em um segundo, as estrelas param de girar, mas o som estrondoso ainda está lá. Soa estranhamente como um grito perguntando: — O que aconteceu? Ótima pergunta, grito imaginário. Eu quebrei alguma coisa? Examino minhas costelas e o resto. Não, acho que estou bem. Espere. A gritaria é mais alta agora, e é a voz de Art. Ele está exigindo saber se estou bem. Inspiro um pouco de ar em meus pulmões para responder, mas é tarde demais. Crack! Com um som violento, a porta se solta das dobradiças e a voz de Art soa muito mais próxima. — c*

