Dor na alma

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RACHEL 5 MESES ANTES... 1 MÊS DEPOIS O mundo desabava em minha cabeça assim como a chuva forte se alastrava do lado de fora da casa. Caía um temporal. E eu sentia o gosto das lágrimas salgadas enquanto sentada na poltrona, abraçada com minhas próprias pernas, próximo a janela do meu quarto assistia à tarde pelos vidros embaçados, com gotas crescentes sendo escurecida pelo céu escuro ao lembrar de mim, o entregando tudo o que eu tinha. Não entendo porque a dor não ameniza na medida em que a morte se aproxima. Erguendo o papel em minha mão, o abaixo novamente e me entrego em lágrimas. O convite do seu casamento havia sido entregue agora pouco aqui em casa. Já tinha uma data especial, o que me levava a pensar, que os dois por esse tempo esteve preocupados a entrarem no consenso. Daqu

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