ANOS DEPOIS... AYLLA Não tem meia hora que ceamos a supimpa refeição dos deuses que minhas avós fizeram e os seis casais presentes se retiraram da mesa e foram pra varanda dançar. É impossível olha-los e não sentir uma pontinha de inveja. Principalmente por os meus pais. Eu respirava fortemente para encontrar um amor tão verdadeiro e surreal como os deles. — O amor não existe, criança! Não seja tola e se deixe enganar por aparência. Mudo a vista depois da minha mente ecoar suas palavras desiludidas, pois apesar de ser honroso vislumbra-los também me causava certa tristeza e um incomodo terrível. Por ele que me disse com aspereza desacreditar do amor. Ele que venerável me revelou, sem me conhecer, que a dona do seu coração o arrancou do peito com as unhas e o deixou na completa ruína.
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