— Eu não proíbo meu marido de nada. _Bufou. — Que bom. Vamos Allan, levante para me dar um abraço. _Me abaixei e o puxei pelos pulsos. O abraçando. — Meu primo. _Apertei meus olhos por um momento. — Bom vê-la de novo. _Indagou e afastou-se, sentando novamente. Obviamente que a desfeita do meu pai e o pouco entusiasmo do Allan me desestabilizou um pouco. No entanto, também não esperava uma recepção calorosa. Não depois da forma como falei com todos e saí daqui naquele dia. — Percebo que muitos estão insatisfeitos com meus pés novamente no chão onde cuspi e sumi sem dar explicações... Meu pai me interrompeu, ficando de pé para se pronunciar. — Não. Todos na verdade ainda aguardam respostas. _Guardou as mãos no bolso e continuou. — A gente, naquela época queríamos apenas saber quem era

