Com tudo, deixei espuma no cabelo e abri os olhos, olhando para suas mãos e tentando afasta-las. — Já dela eu gosto. _Disse em meu ouvido. Por mais que eu tentasse, não acreditei. — Heitor. _O repreendo e por não ver seu rosto, olhei para o lado, vendo o nada nos azulejos. — Cedo ou tarde, isso iria acontecer. Você sabe disso. Deitei a cabeça em seu peito em chamas, apertando sua mão. Qualquer pelo que eu tivesse em meu corpo eu sentia eriçados. — Eu acho que não estou preparada para que veja. É grande e não é bonita. — Me deixe ao menos trocá-la? _Neguei de imediato. — Arraste meu dedo por ela, por favor. _Sua voz ganhava uma rouquidão absurda. Isso me desconcertava inteirinha. — Eu não... Me interrompeu. — Ela não é um defeito meu amor. Nesse instante minha insegurança pareceu

