Continuação...

2249 Palavras

Depois do cochilo de duas horas acordei com o choro estridente da minha filha. Me espreguiço e sento na cama, coçando os olhos e presenciando o pai tentando de todas as formas possíveis acalmar a filha chorona, sentados na poltrona. Gargalho e ele me olha. — Não tem graça. _Seu olhar é desesperador. — Tem sim. Não adianta chocalhos e nenhum desses brinquedos quando o que ela quer mesmo é sustância. _Estendo as mãos e o chamo. — Ela está com fome e isso quem tem que dar sou eu. _Ele me entrega a menina sapeca e eu a beijo. — Me dá um travesseiro. _Ele coloca o travesseiro no meio das minhas pernas cruzadas e eu deito a Aylla, descendo a alça da camisola e puxando o peito para fora, dando-a pra fominha que ataca impaciente, sua gengiva fazia cócegas no bico e eu apertava os lábios para nã

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