RAFAEL Ela parecia muito perfeita bisbilhotando minhas coisas, seu desespero inocente para me conhecer se manifestando de maneiras que muitos homens poderiam ter discordado. Mas não havia nada para Isa descobrir dentro do quarto do hotel. Eu não teria segredos dela assim que fosse possível contar a verdade sobre quem eu era. Eu encostei-me a porta do armário, me perguntando por quanto tempo ela permaneceria inconsciente de que eu a observava. Ela vasculhou minhas roupas, fazendo um trabalho decente em mantê-las arrumadas o suficiente para que eu não tivesse percebido o que ela tinha feito se eu não a tivesse pego em flagrante. — Procurando alguma coisa, mi princesa? — Eu perguntei, observando como seu corpo inteiro sacudiu com o ataque de terror que a sacudiu. Sua mão foi para o peito e

