Narradora Malberina sentiu uma mão macia tocar seu rosto e abriu os olhos aos poucos vendo Jean sorrir. — São quatro horas da manhã, acordei cedo para ver minha mãe. De noite estou aqui. Qualquer coisa me liga, — sussurrou. — Tudo bem? — Ele arqueou as sobrancelhas vendo Malberina fechar os olhos de novo e sorrir. Ela se espreguiçou e abraçou seu cobertor quentinho. — Você ouviu o que eu disse? Eu vou ver minha mãe. Até que ela perguntou por você, mas dei um jeito dela não pedir para você ir comigo. — Será que não era melhor você falar que terminou comigo? — Murmurou cada vez com a voz mais baixa até que bocejou. Jean sacudiu o ombro dela e Malberina abriu os olhos. — Quando ela souber do bebê pode cair dura no chão. Faz meses que ela não me vê. Você fica enrolando ela dizendo que eu nã

