Serena narrando… Eu ainda estava tentando processar tudo. O café. A conversa. O tiro. As regras do morro. O tal “chefe” que eu definitivamente não queria conhecer. Minha cabeça estava cheia. Mas ao mesmo tempo… eu estava ali. Sentada. Segura. Respirando. E isso já era muito. Maria terminou de tomar o café e se levantou, pegando a bolsa. Maria: — Serena… Levantei o olhar na hora. Serena: — Oi… Ela sorriu de leve. Maria: — A Celine tá te esperando lá na igreja. Meu coração deu um apertinho. Celine. Só de ouvir o nome dela… já me dava um certo conforto. Serena: — Tá… Assenti. Devagar. Maria já foi caminhando até a porta. Maria: — Eu vou passar na farmácia antes. Pausa. — Comprar uns medicamentos pra você. Olhei pra ela. Sem saber o que dizer. Ma

