Diabo.(Diego) 10:00 ― Centro de Detenção Provisória II Guarulhos ― Cela.— São Paulo ― Brasil. Entramos na minha cela e coloco ele na minha cama. — Ei, me responde. — Segurei o seu rosto o fazendo me encarar. — Como se sente? — E-Eu... Nojo. — Falou desviando o olhar de mim. — Onde ele te tocou? — Perguntei contendo a minha raiva. — N-Não quero falar sobre isso. — Se afastou um pouco de mim. Percebi que o meu macacão está um pouco sujo de sangue, mas ignorei isso. — Eu não quero saber se você quer ou não falar, eu quero saber onde o filho da p**a te tocou. A onde? — Ele engoliu seco. Vi que a sua bochecha esquerda está roxa. — O que foi isso? — Perguntei passando o polegar na sua bochecha, ele soltou um gemido de dor e se afastou do meu toque. — E-Ele chocou o meu rosto no chão.

