Ele se deitou ao lado dela mais tarde, mas acordou com Maelli quente demais. Febre. O calor não era só do corpo, era um fogo r**m, rasteiro, que subia pela pele e deixava a respiração curta. Ele passou a mão na testa dela e sentiu a diferença na hora. A pele ardia, úmida. O peito dela subia e descia num esforço lento, como se cada inspiração precisasse ser puxada. Se preocupou... Ele levantou da cama e foi até a caixa que Netuno havia deixado “para qualquer emergência”. Revirou com pressa, derrubando gaze, fita, um vidro de álcool pela metade.Achou, antitérmico líquido. O frasco estava quase cheio, mas a colher junto do frasco era pequena demais para aquilo tudo ou ele que tinha as mãos grandes demais. Ele pingou o remédio com cuidado, gota por gota, contando baixo sem perceber — porq

