Mas a proximidade com ele era boa. — Zeno… Podia me dá um beijo. — Por que quer um beijo meu, Saphira? — Porque eu gostei do seu beijo. Por isso. Zeno respirou fundo, passando a mão na nuca. — Vamos combinar uma coisa. Você passa um dia comigo. Um dia só. Na minha vila. — Tem uma vila? — ela perguntou, surpresa. — Não é bem uma vila… é pequena. Tem uma parte onde eu crio crocodilos. Se você suportar passar um dia lá comigo, conversamos. Saphira ficou olhando pra ele como se não soubesse onde ele queria chegar. Ele continuou: — Porque, Saphira… eu não brinco de namorar. Eu não brinco com sentimento. E não quero uma mulher que entre na minha vida e só queira passar algumas horas na minha cama. Se você ficar comigo… tem que aceitar quem eu sou. E eu sou assim. E não vou mudar o meu

