Meus olhos estavam fixos nos dele, tentando ter certeza de que ele disse o que eu pensei que ele disse. Minha boca ficou seca quando ele não se assustou nem riu, como se ele já soubesse o que esperar. Engolindo em seco, lambi meus lábios ressecados e observei seus olhos acompanharem meus movimentos, antes de ele olhar de volta para mim, cruzar os braços e me observar. "Estou esperando", ele disse. "Esperando pelo quê?" perguntei a ele com incredulidade nas minhas palavras e no meu rosto. Ele deu uma risada. "Isso só prova que temos algo em comum, eu sou surdo e você é ingênua. Mas de qualquer forma, vou repetir, eu te pedi para-" "Não diga isso! Eu não posso fazer isso! Você pode me pedir qualquer coisa, menos isso." Ele ergueu uma sobrancelha esquerda com diversão maligna. "Voc

