Capítulo 23

1235 Palavras

Satan narrando O morro estava agitado, o cheiro de pneu queimado ainda pairava lá no alto, mas meu foco agora era a carne fresca que me esperava, entrei na casa sem bater; a porta estava apenas encostada, chamei por ela, mas o silêncio foi a única resposta, mas havia um aroma de sabonete vindo do andar de cima. Subi as escadas devagar, a porta do banheiro estava entreaberta e o vapor d’água escapava pelo corredor, parei ali, nas sombras, e a vi. Manuela estava de costas, a água escorrendo pelas curvas daquele corpo que eu já tinha marcado como meu, a pele molhada brilhava sob a luz fraca, e o vislumbre daquela b***a redonda e firme fez meu p*u latejar instantaneamente dentro da minha bermuda, a minha vontade era rasgar a cortina e possuí-la sob o chuveiro, mas decidi jogar com a mente

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