- Desculpe se te assustei. - A voz dele não era mais que um sussurro. - De onde você veio? - Do seu quarto. Eu estava esperando você acordar e acabei pegando no sono. - Você estava deitado comigo? - Ele seria muito atrevido. - Não, estava sentado na poltrona perto da janela. - Ele se sentou no sofá. - Tomei um susto quando acordei e você não estava lá. Achei que você tivesse ido embora. - Onde eu iria às 4 da manhã? - Sentei de frente para ele. Observei como ele estava abalado. A briga deixou ele destruído assim como eu. - Não sei. Eu não te julgaria se você fosse embora. Eu falei coisas horríveis. - Assenti. - Falou mesmo. - Respirei fundo. - E eu também. Eu sei que não foi você. - A expressão dele se suavizou. - É um alívio ouvir isso. - Ele passou a mão nos cabelos e encos

