- Você já conversou com a sua mãe sobre isso Elisa? - Era a minha última esperança. - Com a Regina? Ela sorriu, um sorriso que não era da minha doce Elisa. - Eu não preciso que mais pessoas mintam para mim. Eu fui manipulada na primeira oportunidade que você teve e fiz o que fiz ontem, imagino que as duas também foram. Não existe nada que me faça acreditar que você não fez isso. - Eu não te manipulei, você fez o que você queria. O que o seu corpo pediu. - Você se aproveitou da minha confusão. Você é uma assassino frio e cru3l, e eu juro por Deus que não te denuncio agora porque eu não vou expor a minha empresa e a minha família a isso. Então, de hoje em diante, eu não quero te ver nunca mais. Está claro para você? - Não! Isso é um absurdo. Não é possível que você acredite nisso. -

