"A primeira vez de Can e Demet".

1439 Palavras
Can não resistira aos encantos de Demet, que por sua vez não resistiu aos do Can. Eles estavam apaixonados. Apaixonados e confessos. O que faremos agora? A pergunta que não quer calar. – Você quer dormir comigo, hoje?  – Até dormiria, Can. Mas se fizermos o que estou pensando hoje, amanhã estaremos acabados na gravação. – Então fazemos assim, amanhã quando a gravação terminar, jantamos e você vem comigo para minha casa. Está bem? – Está bem. - Como assim? Can Yanki levando uma mulher para sua casa? - Todas que passaram por sua vida, não foram apenas para o hotel? Ele estava realmente com intenções de relacionamento com ela, caso contrário não a levaria em sua casa. Can sempre fez questão em manter as mulheres que já teve, a léguas de sua casa e de sua família. O que ele estaria pretendendo? É do conhecimento de todos, que ele não dá esperanças a nenhuma mulher, deixando claro isso, logo que as conhece. Can sente vontade imensa de beijá-la, mas sabe que não pode fazê-lo naquela rua. Na Turquia existem regras a serem seguidas e não expor uma moça em público, é uma delas. Nas boates não vemos casais em pegação, como acontece normalmente no Ocidente. – Contenha-se Yaman, contenha-se. Aquela seria a noite mais demorada de sua vida, Can tinha absoluta certeza. Casais apaixonadas passam muito tempo juntos namorando e como ele faria agora? Demet e ele precisariam de privacidade e bastante tempo, para saciarem o desejo contido, desde dia que souberam que iriam trabalhar juntos. Eles se despedem como fazem todos os dias, apenas com beijo no rosto. Só que agora, na certeza de que realmente, estão se gostando e querem ficar juntos. – Vou dormir pensando em você, querida. Can olha para Demet, carinhosamente. – Também dormirei pensando em você, Can. As horas parecem não passar para ambos. Demet já está arrependida de não ter ido com ele. - E se amanhã ele mudasse de idéia? Claro que não Demet, ele se declarou pra você e também, já sabe do seu sentimento. - Que tipo de homem ele seria, se depois de tudo que te disse, mudasse de idéia? Heim? Can não era como os homens que você havia conhecido antes e já deu pra perceber isso. Can era decidido, quando queria alguma coisa, ele corria atrás. Desde que conheceu Demet, não largou do seu pé, como faz com a Samia, na novela. Finalmente cada qual em sua casa, pega no sono. A noite segue devagar para quem tem pressa. Can toma um chá bastante rápido, que até a empregada estranha. Demet só bebe um suco e come uma maçã. O nervosinho não deixa que mais nada desça na sua garganta. Ao olhar seu celular lê a seguinte mensagem. – Günaydin meu amor. Me atrasei mas já estou a caminho. Chego em 10 min. Beijos Can – Günaydin querido. Já estou descendo para te ver. Beijos Demet. Demet e Can se encontram e se olham profundamente. – Perdeu a hora hoje? – Por incrível que pareça. Can liga o carro e seguem para as gravações. O diretor já os aguardava e estranhou ambos chegarem em cima da hora. Diretor – Vamos que a gravação será no hotel onde a Aysu estará hospedada. A primeira cena Can perde a carteira de motorista que Samia esconde. Can diz a Samia que dirija o carro: Samia nas suas trapalhadas entra numa estrada de pó e o carro atola. Can e Sanem continuam a caminhar pela floresta, até que ela avista a flor, com que faz seus perfumes. Samia abaixa-se para colhê-las. Em seguida é a vez de Can abaixar-se para sentir seu aroma. Can olha para Samia recordando-se do dia que a beijou como Albatroz, sentindo o corpo todo arrepiar. Demet por sua vez disfarça a sensação que toma conta dela. Can levanta e junto com Samia chegam ao hotel onde Aysu está. Can aluga um quarto onde fica junto com Samia. Samia dá de cara com Can que sai do banheiro enrolado na toalha e sente um desejo enorme de tocá-lo e beijá-lo, mas como Demet. A cena requer que ela olhe para o Albatroz, que Can tem tatuado no peito.  - Que tortura estão fazendo comigo, pensa ela. – Não Demet! Ainda não! Can por sua vez não poderia parar de pensar, que está num hotel com ela e que não pode tocá-la. Quando sua vontade era despi-la e jogá-la em cima daquela cama, enchendo-a de beijos, carinhos e carícias. – Calma Can, calma. A gravação tem continuidade agora fora do hotel, onde Can e Samia andam de bicicleta e chegam a um penhasco. Enquanto conversam, Samia escorrega e quase cai lá de cima. Can sente que ela vai cair e a segura fortemente. O contato físico é eminente, dessa vez o corpo dela fica colado ao dele. Samia e Can se olham, ele respira acelerado. Só de pensar que algo poderia ter acontecido com ela, Can sente um medo horrível. Por alguns momentos ele a observa, mas logo a tira dali. Samia faz umas trapalhadas no quarto do hotel com a modelo Aysu e ainda por cima sente ciúmes da modelo que está se jogando para Can. Demet também está se roendo, pois percebeu o interesse da atriz em Yanki. Aquilo não vai dar certo, pensou Demet. Felizmente a cena com Aysu será amanhã na mansão, que mora o Can na novela. Daria tempo dela perceber, se ele está também retribuindo, a atenção que Aysu está lhe dando. A última cena do dia ela entra na água e ele entra com roupa e tudo atrás dela. Seus corpos molhados se encontram num abraço bem quente. – Can? Não é você. Eu estou sonhando. – No momento você está.  Diretor – Corta. Continuamos amanhã. Finalmente Can sairia dali com sua amada. Está ao lado dela e não poder amá-la como deseja tem sido um sacrifício muito grande. Can passa uma mensagem. – Já estou no estacionamento, vida. – Estou a caminho, querido. Demet chega e Can contém a vontade de abraçá-la. – Vamos para minha casa? Orientei minha empregada que deixasse o jantar pronto, antes que saísse. – Tá bom. Demet chega finalmente a casa de Can. Já quando sai do carro no estacionamento, Can não suportando mais de desejo, puxa Demet e beija-a pela primeira vez. – Estou louco por você, Demet. Muito apaixonado, se você quer saber. Quero você pra mim. – Não sei se estou ficando louca, mas te desejo e te quero com a mesma intensidade. Um novo beijo acontece, Can a olha e diz. – Vamos entrar. Demet fica encantada com a casa de Can. – Que linda sua casa Can. – Agora ela também é sua. – Obrigada, você é muito gentil. – Não estou falando só por gentileza Demet. Quero que de fato, você seja a dona dessa casa, do meu coração, da minha vida. Ele a puxa outra vez e a beija e após o jantar, Can levanta e mostra os cômodos para Demet. – Agora vem conhecer o nosso quarto. Demet sente o coração disparar, como se fosse à inexperiente Sanem. Ela sabe o que aconteceria daqui a pouco e estava nervosa como se fosse a primeira vez. – Espera. Can a olha e fica esperando ela explicar. – O que houve? – Você pode não acreditar, mas eu estou nervosa, como se fosse a Samia. (riem) – Vem que vou acalmar você, com meus beijos e abraços. Can deita Demet na cama e beija lentamente seu pescoço, sua boca e desce suas mãos até seus s***s. Can ao perceber que isso a excita, desce um pouco o ombro do seu vestido, até deixar os dois s***s amostra. – São lindos.  (diz ele à ela) Can tira sua blusa e joga no chão e puxa lentamente o vestido de Demet, beijando carinhosamente cada parte do seu corpo. Demet levanta um pouco seu corpo quase nu e ajuda Can a tirar sua calça. Ela agora estava somente de calcinha e Can de cueca. Ele deitou sobre ela, para que pudessem sentir um o corpo do outro. O sexo de Can latejava, Demet podia sentir e m*l podia conter-se de tanto desejo. As carícias estavam cada vez mais ousadas e sem que percebessem eles já estavam totalmente nus, ardentes de paixão. Can e Demet estavam experimentando sensações inimagináveis. Que só os apaixonados conhecem. Can explorava cada canto do corpo de sua amada.  Demet se deixava tocar e envolvia Can com seus beijos, abraços e carícias. A penetração aconteceu, sob gemidos e sussurros eloquentes, onde ambos chegaram ao tão esperado orgasmo.
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