capítulo 02

1002 Palavras
HENRIQUE NARRANDO Eu não sei como fui me meter nessa cilada com uma favelada como a Ingrid, essa mulher é o próprio capeta encarnado na terra, mais se ela acha que essa humilhação desse baile vai ficar por isso mesmo ela tá muito enganada, a Ingrid não me conhece direito mais vai passar a conhecer. me chamo Henrique Lombardi e tenho 25 anos, moro no rio desde que me entendo por gente, pra Ingrid eu falei que sou estudante de medicina mais na realidade eu sou tenente do bope, quando conheci ela m*l sabia que ela era uma favelada só continuei com ela por que era do meu enteresse o morro que ela comanda. A uns anos atrás meu pai se juntou com o pestana para derrubar o chefão do PCC, o cara foi um filho da p**a por que até onde eu sei o chefe deles supria tudo que eles precisavam, mais a ambição dele foi maior, ele queria ser o chefe. O que ele não sabia é que meu pai só ia unir o útil ao agradável, ele marcou uma reunião com o PCC na sua quebrada e chamou o CV pra ajudar, não foi difícil matar o chefe deles e como o filho tava junto a gente já aproveitou e levou ele pro presídio. Até aonde eu sei o pestana morreu junto com o chefe e eu acho muito pouco, bandido tem que se fuder mesmo, se eu pudesse já tinha matado esses filhos da p**a tudo, principalmente a gata aquela diaba do c*****o, mina é uma gostosa cavalona mesmo, todos a querem mais só eu a tenho, e eu vou ser o único pois na próxima semana eu vou revelar a ela quem eu sou de verdade. Está semana o meu pai marcou uma nova pacificação no serrão e eu vou entrar em prática, quero ver a cara dela quando me ver uniformizado como bope, vou mata-la e o serrão será nosso nem ela e nem o PCC será capaz de nos tirar de lá. Mariano - acorda Henrique tá surdo c*****o? - meu pai grita me tirando dos pensamentos Henrique - não senhor pai, o que foi? - pergunto e ele nega Mariano - se essa operação dessa vez for de água abaixo quem vai sofrer as consequências será você entendido? - ele pergunta e eu concordo Valentina - nada pode sair errado e eu quero a Ingrid morta, não me importa se você ama ou não ela Henrique ou ela morre ou quem vai morrer é você - minha mãe fala fria e eu concordo novamente, meus pais nunca foram amorosos comigo, talvez por isso eu sou assim amargurado e tenho ódio de todos, não amo nem a mim mesmo mais eu prefiro ser assim sem coração sem sentimentos e sem pontos fracos Henrique - vou voltar pro morro, pra ver se consigo mais alguma coisa das bocas com a Ingrid - falo e eles concordam Valentina - quando voltar passa direto pro banheiro, não quero esse cheiro de favela aqui dentro dessa casa - ela fala e eu concordo saindo dali, meus pais não é de acordo que eu namore com ela, mais eles tem que engolir por que precisa que eu pegue informações o suficiente pra por ela atrás das grades, a Ingrid é uma bandida esperta, tanto ela como sua corja de amigas nenhuma vai pra guerra sem touca a ficha delas são totalmente limpa mais isso vai mudar e quem vai sujar essa ficha vai ser eu. Estou na entrada do morro, e sei que não vão me deixar passar mais eu vou, toda vez que ela dá a ordem ela nunca fala se pode atirar, então eu só acelero e subo sem levar um tiro, olho no relógio e são cinco e meia eu espero que aquela enviada esteja em casa. Meto o pé no acelerador e entro no morro cantando pneu e vou direto pra casa dela, como eu tenho o controle do portão eu só abro e coloco meu carro na garagem e entro pra dentro, tá tudo escuro concerteza ela não chegou, subo no quarto e essa p***a tá brincado com a minha cara já é quase seis horas da manhã nesse c*****o e ela ainda não chegou, desligo as luzes tudo e sento na poltrona esperando ela, passa alguns minutos e escuto o barulho da moto dela encosta, aqui tem duas garagem uma que fica só as motos e a outra que fica só os carros, ela não viu o meu carro e quero ver o susto que ela vai tomar ao me ver aqui, demora mais uns minutos e escuto os passos dela pelo corredor, ela abre a porta mais não liga a luz vejo ela tirar o tênis e a roupa ficando apenas de lingerie e liga a luz gata - filho da p**a do c*****o - ela fala com a mão no coração - tá maluco p***a? qual foi a ordem que te passei nesse c*****o? Henrique - tá achando que tá lidando com moleque nessa p***a Ingrid? - pergunto me aproximando dela - hoje você vai ser minha - falo sentindo meu p*u ficar duro feito pedra por essa encapetada que tira a minha paz gata - não vou mesmo - ela fala me negando Henrique - vamos ver se não vai - pego ela e a jogo na cama com brutalidade, ela tenta escapar mais não consegue pois seguro ela com força, largo ela e r***o sua calcinha e antes que eu começo a chupa-la sinto algo bater na minha cabeça com força e e ela me chuta Henrique - sua filha da p**a eu vou te matar Ingrid - falo e minhas vistas embaralha só escuto ela pegar o radinho gata - sobe aqui agora - ela diz brava e ali sei que ela vai me levar pra salinha ou me tirar do morro, ela vai pagar por isso ela e todos que vivem aqui, sinto minha visão escurecer e desmaio
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