cap 110 agora só falta o deco

1193 Palavras

Grego . . . Já passava das sete da noite quando o rádio chiou de novo. Eu tava parado na porta da salinha, de fuzil no peito e cabeça fervendo. Ainda não tinha comido, nem bebido, nem piscado direito. A raiva segurava meu corpo em pé. Vapor (no rádio): Atenção, chefe. A Fabiana acabou de passar pela subida do morro . Levantei o rosto devagar, e um sorrisinho torto se formou nos meus lábios. A maldita voltou. Grego (no rádio): Ninguém atira. Deixa subir. Assim que ela parar o carro na entrada da 25, fecha o cerco. Eu mesmo vou receber essa p***a. Peguei o fuzil, chequei a munição e desci os becos com a calma de um predador que sabe que a presa já caiu na armadilha. Quando o carro dela apareceu na curva, com o farol jogando luz nos barrancos, os moleques já tavam espalhados. O j**a não

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