Filipe... Entrei no corredor estreito da mansão, olhando pra todos os lados, só pra ter certeza de que ninguém tinha seguido a gente. Alana vinha dois passos atrás, mas o nervosismo dela dava pra ouvir de longe. Virei pra ela e fiz um sinal com a mão, pedindo silêncio. A respiração dela tava alta demais. Alana: Tubarão — sussurrou, apertando minha mão — eu tô com um pressentimento r**m. Quero sair daqui. Neguei com a cabeça. Tubarão: Aquieta o cu. Tu não é bandidona? Alana: Por favor, eu quero sair daqui — insistiu. Os olhos dela já brilhavam com as lágrimas que se acumulavam. Respirei fundo. Tubarão: A gente vai sair. Respira fundo e fica calma! Teu nervosismo só vai atrapalhar. O corredor dava pros fundos da casa, por onde a gente ia fugir. Ela ainda segurava minha mão com força

