Bárbara . . . O Renan se arrumou e ficou parado no canto do banheiro me olhando. Estava quieto demais. Nem era normal. Ele sempre vinha cheio de gracinha pra cima de mim e nunca me deixava em paz. Bárbara: O que foi? — perguntei, olhando o reflexo dele no espelho. Ele deu de ombros, mas continuou me olhando. Canalha: Linda demais pra ser de verdade. Neguei com a cabeça e desviei o olhar para as minhas mãos. Bárbara: E você fala isso pra quantas? Canalha: Pra todas, pô. Mas contigo é sincero o bagulho. Fico até b***a. Bárbara: Te deixa mais feliz se eu disser que acredito? Canalha: Fico mais feliz só de ouvir tua voz, minha deusa da beleza. Rolei os olhos. O Renan era um filho da mãe desgraçado. Como confiar numa peste dessas? Tinha nem como. Não queria ser trouxa por ninguém, ai

