Desde que saímos de casa, Dante estava furioso, sombrio e de mau humor. Parece que ele se tornou mesmo humano. Todo homem fica um horror quando não faz aquilo, e ele tentou por duas vezes, mas não deu certo. Primeiro, porque Dante gosta de fazer barulho e usar todos os espaços da casa. Segundo, porque ele gosta de me ouvir gemer alto. E terceiro, ele não tem horário para terminar. Bianca — Eu estou com medo dele. Sussurrou ela no meu ouvido. Abafei o riso e disse: — Não se preocupe, não é nada relacionado a você. Coisas de homem. Dei um tapinha amigável na mão dela. Bianca — Ele ama você. De verdade! Afirmou. Olhei para Dante, que estava sentado ao lado do motorista do táxi, e sorri. — Ele me ama! Suspirei feito uma boba apaixonada. Bianca — Você também ama ele. Está suspirando, S

