Quando passei pela porta do hospital, meus irmãos estavam sentados e Diogo permanecia em pé, perdido em seus pensamentos, que nesse momento, nem mesmo eu, que achei que o conhecia, poderia decifrar. Quando Diogo notou a minha presença, vi seus olhos se tornarem ainda mais tristes, por algum motivo que, eu também não sabia decifrar. — Você é Diogo Santiny? – O médico pergunta. — Sim, meu pai está bem? – Diogo pergunta e o médico respira fundo. — O estado do seu pai não é dos melhores senhor Santiny. Ele está em coma induzido, mas, temos esperança de que, ele acorde em poucos dias – O médico fala e finalmente, respiramos tranquilamente. — Posso ver ele? – Diogo pergunta. — Claro, me acompanhe! – O médico fala e Diogo o acompanha, sem nem olhar para mim.

