Acordo e ainda por impulso, coloco a mão sobre a minha barriga e sorrindo em seguida. A quatro anos, eu já havia sentido essa sensação, de ter outra vida dependendo da minha, mas tudo acabou. Expulso os pensamentos da minha cabeça e sorrio novamente, desse vez, mesmo que não existisse uma casa dos sonhos, para a vida dos sonhos, eu ainda teria meu bebê. Desço as escadas de casa, depois de tomar um banho relaxante, encontro meus irmãos, sentados no sofá jogando vídeo game e rindo de algo que só faz sentido na cabeça deles. — Oi homens da minha vida! – Falo dando um beijo na bochecha de cada um. — Oi irmã traidora que não conta que está com um sobrinho meu na barriga! – Bryan fala me jogando a almofada — Vou cortar a cabeça do Diogo! – Thomas fala e me puxa para

